O Instituto Nação é uma organização sem fins lucrativos e econômicos, especializada em projetos culturais.

Em 2012, o IN tem como principais projetos em execução o Afrobase, o grupo Treme Terra e o espetáculo Terreiro Urbano.

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No show, que terá a participação do Quinteto Abanã e do MC Gaspar Z’África Brasil – o Treme Terra aprofunda sua pesquisa sobre a cultura afro-brasileira, reunindo no palco música, canto e dança

 

A sonoridade, a dança e os elementos tradicionais da cultura afro-brasileira, sobretudo extraídos dos rituais dos terreiros de candomblé, formam a base do espetáculo híbrido “Terreiro Urbano”, que o grupo paulistano Treme Terra vai estrear em São Paulo. Serão duas apresentações nos dias 21 e 22 de abril, sempre às20h, no Auditório do MASP, com entrada franca.

Sob direção geral de João Nascimento – músico pesquisador da cultura afro-brasileira – e coreografia de Firmino Pitanga “Terreiro Urbano” vai reunir no palco os 17 músicos e bailarinas do Treme Terra e o Quinteto Abanã, grupo que mescla músicas populares brasileiras de matriz africana, com canto lírico e erudito. O espetáculo terá ainda a participação do MC Gaspar Z’África Brasil, uma das principais referências da cultura negra na periferia de São Paulo. Completam a ficha técnica Júlio Dojcsar, responsável pelos materiais cênicos e Vana Marcondes eLígia Nicácio, que desenharam os figurinos.

Contemporâneo – “Terreiro Urbano” é uma criação coletiva do Treme Terra inspirada na mitologia dos orixás, composta por coreografias e músicas que dialogam com este universo e formam fotografias da diáspora africana e suas influências sobre as outras culturas existentes na grande metrópole. Para o diretor do grupo, João Nascimento, “a ideia não é representar o terreiro tradicional no palco da forma como ele é feito em seus rituais sacros, mas sim, criar uma releitura desta manifestação, um caleidoscópio da cultura afro-brasileira a partir da mitologia dos orixás, seus cantos e movimentações”. 

Nascimento classifica o espetáculo como “contemporâneo de composição efêmera, subjetiva e poética, que investiga as manifestações populares dos terreiros, suas movimentações, sonoridades, hábitos, preceitos e fundamentos intrínsecos que fazem parte desta cultura ancestral.” O líder do Treme Terra acrescenta ainda que “a obra expressa o passado como fonte de inspiração e, ao mesmo tempo, como identidade cultural que nos põe unidos apontando para a construção de um futuro comum”.

Erudito – A participação especial do Quinteto Abanã enriquece o repertório musical com a presença de cantos líricos e arranjos eruditos convencionais que dialogam com a musicalidade rítmica dos tambores do Treme Terra. Esta fusão de linguagens cria novas sonoridades, composições inéditas e músicas de domínio público resgatadas das manifestações populares dos terreiros tradicionais.

Cultura de Rua – A participação do MC Gaspar Z’África Brasil amplia as linguagens artísticas e traz ao palco uma nova textura musical apoiada nos elementos da cultura hip hop em contexto contemporâneo. O encontro entre os tambores, os instrumentos eruditos e a poesia falada do MC cria uma sonoridade peculiar que dialoga com as coreografias de dança negra.

A montagem está baseada na representação simbólica de um xirê (cerimônia tradicional de saudação e exaltação a todos os orixás, sequência de danças do candomblé, que começa com Exu e finaliza com Oxalá), uma releitura contemporânea deste rito que busca nesse novo olhar um lugar privilegiado para expressar e comunicar as linguagens corporais e sonoras que dialogam com alguns elementos urbanos.

Treme Terra em ensaio aberto no CEU Uirapuru

TREME TERRA

Nascido no ano de 2006, no Morro Do Querosene — bairro paulista com forte tradição cultural como as festas do Bumba-meu-boi, Rodas de Capoeira e Cosme e Damião — o grupo Treme Terra trabalha na valorização e difusão da cultura afro-brasileira por meio de oficinas de formação artística, voltadas para jovens. Em sua sede, hoje localizada no Rio Pequeno, bairro da periferia de São Paulo, são oferecidas oficinas gratuitas para a comunidade local e a partir destas atividades é formada uma companhia de dança e música que cria um espaço de vivência e produção artística propiciando um ambiente democrático de troca e integração sócio-cultural.

A produção artística do grupo consiste na fusão dos ritmos tradicionais da cultura popular (canções resgatadas de manifestações brasileiras de matrizes africana e indígena) e ritmos urbanos que contracenam com as movimentações de dança inspiradas nos elementos da mitologia dos orixás, retratando sonoridades e imagens da diáspora africana e suas influências sobre as outras vertentes culturais existentes na grande metrópole. Utilizando-se de material reaproveitado, tambores de lata, conduítes e sucatas, o Treme Terra desenvolve uma pesquisa sonora de timbres extraídos de objetos gerados pela própria cidade que se somam aos instrumentos acústicos convencionais (surdos, timbais, berimbaus, violão, baixo, entre outros) e constroem trilhas afro-contemporâneas baseadas nos ritmos regionais (ijexá, congo, barra vento, samba reggae, jongo, soli, baô) com funk, hip-hop etc.

Em 2010, o grupo reuniu sua pesquisa e produziu seu primeiro trabalho chamado “Cultura De Resistência”: um álbum multimídia composto por 16 músicas autorais e de domínio público que contou com as participações de Nasi, Gaspar Z’África Brasil, Dinho Nascimento, Toninho Carrasqueira, Caxeiras do Divino da Família Menezes, Orquestra de Caboclos, Eugênio Lima, Marquinhos Mendonça e Décio Gioielli. Também compõe o álbum um documentário em DVD com 16 minutos de duração que discute como algumas manifestações populares sobrevivem à massificação cultural do mercado industrial. Todas as músicas, assim como o documentário, estão disponíveis para download gratuito no site: www.culturaderesistencia.org.br.

 

FICHA TÉCNICA - TERREIRO URBANO - Treme Terra

Participações especiais de Quinteto Abanã + Gaspar Z'África Brasil

Concepção, coreografias e músicas:Criação coletiva - Treme Terra

Bailarinas:Ana Landim, Bruna Braga, Bruna Maria, Lígia Nicácio, Jaciara Ferreira, Mariana Franco e Tainá Mendes

Músicos: Adonai Agni, Beatriz Cristina, Cassio Martins, Daniel Laino, Douglas Lima, Eduardo Jazzman, Giovani Di Ganza, Luciano Virgilio, Hercules Laino, João Nascimento, Juliana Carvalho, Junior Santiago, Renato Antunes e Negravat.

Direção geral e direção musical:João Nascimento

Direção coreográfica e preparação corporal:Firmino Pitanga

Direção vocal:Negravat

Figurino:Lígia Nicácio e Vana Marcondes

Cenário:Julio Dojcsar

Iluminação:Wagner Figueira Marzolla

Produção:Alexandre Alves, Adonai Agni e Daniel Laino

Operador de luz:Julio Dojcsar

Operador de som:Cauê

Oficinas de percussão:Daniel Laino, Hércules Laino e Juliana Carvalho

Oficinas de dança:Bruna Braga

 

SERVIÇO

Dias 21 e 22 de abril, às 20h

Local: Auditório do MASP

Endereço: Av. Paulista, 1578 – Bela Vista – São Paulo (SP)

Informações: (11) 3266-3645/ 3266-3569

Capacidade: 374 lugares

Grátis

Duração:75 minutos

Classificação indicativa:livre

 

INFORMAÇÕES À IMPRENSA

Sylvio Novelli - Assessoria em Comunicação

Com Sylvio Novelli e Fausto Cabral

11 3806-1636

sylvio@sylvionovelli.net(cel: 11 9231-3211)

fausto@sylvionovelli.net  (cel: 11 9855-8144)

abril 14, 2012, 7:21 am

O cantor e compositor Eduardo Gudin é o convidado da próxima edição do projeto Escola do Samba. Desta vez o homenageado será o compositor e escritor Paulo César Pinheiro; no repertório canções como Consideração, Bares da cidades, Nagô entre outras.

Já passaram no Escola do Samba: Vânia Bastos, Osvaldinho da Cuíca, Dona Inah, grupo Quinteto em Branco e Preto, Dinho Nascimento, Renato Anesi, Tião Carvalho, Toninho Carrasqueira e Adriana Moreira.

 

Escola do Samba: Eduardo Gudin homenageia Paulo Cesar Pinheiro

 Local: Espaço AFROBASE

Endereço: Avenida José Joaquim Seabra, 856 – Rio Pequeno, Zona Oeste de São Paulo

Quando: 31 de julho (domingo)

Hora: 16hs

Entrada: Grátis

Informações: 55 11 2539-3555

julho 28, 2011, 5:03 pm

Adriana Moreira é a convidada da próxima edição que acontece no dia 29 de maio no espaço Afrobase

No próximo dia 29 de maio, a partir das 15hs, a cantora Adriana Moreira, mostra no Espaço Afrobase, faixas do seu disco que homenageia Batatinha  - Direito de Sambar.

No repertório canções como Jardim suspenso, Conselheiro, Rosa dos Ventos, Diplomacia entre outras.

O Escola do Samba é um projeto que visa resgatar e difundir o samba de raiz  com eventos gratuitos no bairro do Rio Pequeno, na Zona Oeste da cidade de São Paulo. O formato das apresentações tem a finalidade de reunir sambistas, artistas e admiradores da cultura brasileira para homenagear os grandes compositores da história do samba.

O sambista e poeta Batatinha, morreu em 3 de janeiro de 1997 sem que sua obra fosse reconhecida. Bamba tanto quanto Cartola, Candeia, Zé Kéti  e Nelson do Cavaquinho, o compositor sempre  teve sua  genialidade reverenciada por artistas como Maria Bethânia, que tem no seu repertório canções de Batatinha como “Só eu sei”, “Diplomacia”, “Toalha da Saudade", "Imitação" e "Hora da Razão.

 

Escola do Samba: Adriana Moreira homenageia Batatinha

Local: Espaço AFROBASE

Endereço: Avenida José Joaquim Seabra, 856 – Rio Pequeno, Zona Oeste de São Paulo

Quando: 29 de Maio, apartir dás 15:00

Informações: 55 11 2539-3555

Assessoria de imprensa: Iara Filardi

55 11 2083-7268 / 55 11 9318-3805

maio 25, 2011, 6:05 pm

O Instituto Nação recebe no dia 1º de maio, domingo, a partir das 15 horas, o sambista João Borba em mais uma edição do projeto Escola do Samba. O evento, que prestará uma homenagem ao poeta do samba Jorge Costa, contará com as participações de Luizinho 7 cordas, um dos músicos mais requisitados entre os sambistas do Brasil. No repertório do show canções como Castiguei, Brigamos,Inferno Colorido e O tocador quer beber.

O compositor homenageado nasceu em 1922 no Estado de Alagoas viveu parte de sua juventude em Recife. Antes de vir a São Paulo na década de 50, Jorge Costa morou no morro da Mangueira, Rio de Janeiro. Seus sambas abordam temas políticos e sociais como “Ladrão que Entra na Casa de Pobre Só Leva Susto”, “Brigamos” e “Triste Madrugada”. O sambista morreu em 1995.

 

Escola do Samba: João Borba homenageia Jorge Costa
Local: Espaço AFROBASE
Endereço: Av. José Joaquim Seabra, 856 – Rio Pequeno, Zona Oeste de São Paulo
Data: 01 de Maio (domingo)
Hora: Das 15 às 20 horas
Entrada: Grátis
Informações: 11 2539-3555

abril 25, 2011, 10:23 pm

EDUARDO GUDIN HOMENAGEIA PAULO CÉSAR PINHEIRO

O cantor e compositor Eduardo Gudin é o convidado da próxima edição do projeto Escola do Samba. Desta vez o homenageado será o compositor e escritor Paulo César Pinheiro; no repertório canções como Consideração, Bares da cidades, Nagô entre outras.

Já passaram no Escola do Samba: Vânia Bastos, Osvaldinho da Cuíca, Dona Inah, grupo Quinteto em Branco e Preto, Dinho Nascimento, Renato Anesi, Tião Carvalho, Toninho Carrasqueira e Adriana Moreira.

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